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Analista CSP ganha etapa regional do “desafio do aço”

Cinco dos dez primeiros finalistas da etapa das Américas do Norte e Sul do SteelChallenge são empregados CSP. Marcelo Angelotto vai disputar o mundial

 

O Ceará é mais uma vez campeão das Américas do Norte e Sul no “desafio do aço”. O analista da CSP, Marcelo Angelotto, é o campeão na categoria Industrial, ao lado do também analista da CSP Daniel Gouvêia. Agora Marcelo vai disputar a final da 13ª edição do SteelChallenge, em abril de 2019, na Espanha. Essa conquista é um orgulho para a CSP, o Ceará e o Brasil.

“Essa vitória é um projeto construído por mim e pelo Daniel que mostra o quanto nós da CSP temos potencial de crescer ainda mais e a força do Ceará na siderurgia. A conquista também tem um significado especial por levarmos o reconhecimento da nossa empresa a nível mundial”, conta Marcelo.

Dos dez primeiros lugares na categoria Industrial das Américas do Norte e Sul, cinco são analistas e trainees CSP. Além de Marcelo, que conquistou o primeiro lugar, ficaram entre os dez melhores no “desafio do aço”: Diego Salmin, Emmanuel Sousa, Hana Coelho e Renardir Maciel Júnior.

“Além de muito estudo, o trabalho em equipe e a rotina na indústria que nós temos a oportunidade de vivenciar foram bastante importantes para esse nosso resultado”, lembra Diego Salmin, recém-formado pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e parte do time de trainees da CSP.

CSP NO STEELCHALLENGE
Nas três últimas edições do SteelChallenge, a CSP também fez bonito. Marcelo Angelotto e Hana Coelho, respectivamente, ficaram em 2º e 3º lugares na etapa regional (Américas do Norte e do Sul) da 12ª edição. O analista de tecnologia Mateus Paulino representou as Américas do Norte e Sul na etapa final do desafio na 11ª edição (2017). Já na 10ª edição (2016), Marcos Daniel Gouvêia Filho, que este ano integrou a equipe do Marcelo, levantou a bandeira do Brasil e do Estado como campeão mundial.

O QUE É O DESAFIO?
No SteelChallenge, os participantes têm até 24h para produzir um aço de acordo com as especificações solicitadas e com o menor custo possível. O desafio deste ano foi ainda mais difícil, quando os participantes realizaram uma simulação de produção de aço em processos integrados no refino primário e secundário.

 

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